domingo, 7 de outubro de 2012

5 de Outubro de 2012

 

 

 

Rendição a quem?




artigo 332º, número 1 do Código Penal

ARTIGO 332.º


(Ultraje de símbolos nacionais e regionais)

1- Quem publicamente, por palavras, gestos ou divulgação de escrito, ou por outro meio de comunicação com o público, ultrajar a República, a bandeira ou o hino nacionais, as armas ou emblemas da soberania portuguesa, ou faltar ao respeito que lhes é devido, é punido com pena de prisão até 2 anos ou com pena de multa até 240 dias.

2- (Não aplicável - símbolos regionais)


Muito honestamente gostaria de saber qual a penalidade que seria aplicada ao Senhor Presidente da República e ao Senhor Presidente da Câmara Municipal de Lisboa (que se tentou eximir com um mero pedido de desculpas) pelo desrespeito que ambos cometeram ao içar a Bandeira Nacional da forma que o fizeram.

Pode um qualquer funcionário da CML ter, inadvertidamente, embainhado mal a bandeira para ser içada mas os senhores Presidentes, ao hastear a bandeira ESTAVAM AMBOS A OLHAR PARA ELA conforme se pode ver na foto. Não só eles, mas toda a tribuna, embora os restantes fossem «apenas» espectadores. E não tiveram qualquer iniciativa de corrigir o erro, pelo que o sancionaram, repito, AMBOS com a sua omissão.

A fim de não ferir a dignidade desses ilustres senhores, permito-me dar aqui uma sugestão de penitência que não fica mal a ninguém:

Apresentarem desculpas públicas ao País pela falta (aliás, crime) cometida e pagarem de forma espontânea as multas previstas no Código Penal sob a forma de uma dádiva a uma instituição de solidariedade social que, hoje em dia, tão necessitadas estão de apoio financeiro.

Mas pagarem essas multas do seu próprio bolso, não com os dinheiros do Estado que, afinal, são de todos nós.

Porque a Lei é igual para todos, ou será que os Senhores Presidentes estão acima dela?

Sabendo-se que «a bandeira hasteada ao contrário significa capitulação diante do inimigo», também ocorre perguntar aqui quem será o «inimigo»? A União Europeia? O Fundo Monetário Internacional? O Banco Central Europeu?

Muitos milhares de Portugueses morreram pela Bandeira Nacional, por esta ou pelas que a precederam. Será que esses mártires não merecem dos nossos políticos o menor respeito pela dádiva que fizeram da própria vida?

E, por aqui me fico. Magoado e humilhado até à medula. Até amanhã!



P.S. Tive o maior cuidado para que não possa ser invocado o  ARTIGO 328.º (Ofensa à honra do Presidente da República) já que não é minha intenção injuriar seja de que forma for. Mas a opinião é livre e todos temos o «Direito à Indignação». Sobretudo quando foi por nossa vontade expressa em votos que as pessoas ocupam o lugar que ocupam e que deveriam fazê-lo com honra e responsabilidade.



P.P.S. Como prova da minha ausência aqui está uma foto que comprova a minha presença na vindima da Quinta de Lubazim com o Rio Douro ao fundo.


O resultado? Medalhas de Ouro em Londres, nomeadamente o «best of the class» conforme se pode constatar na foto abaixo.

  

Se encontrarem, aproveitem. Vale bem a pena. Se não encontrarem podem consultar o site http://www.quintadelubazim.com ou pelo mail geral@quintadelubazim.com (Drª Catarina Pizarro)

Bom proveito!



sábado, 6 de outubro de 2012

Carta aberta ao Sr. Ministro da Saúde


Vamos falar de

Taxas Moderadoras?

Senhor Doutor Paulo Macedo:

Dirijo-me a si pessoalmente (e por arrastamento ao Sr. Ministro das Finanças) no sentido de tentar chamar a vossa atenção para situações de desigualdade social no que se refere à aplicação de taxas moderadoras nos serviços de saúde.

Não faço a menor ideia, como calcula, do modo como foram calculados e estabelecidos os valores das taxas moderadoras em vigor. Mas insisto em que não podem ser taxadas do mesmo modo, pessoas que vivem no limiar da pobreza e pessoas que dispõem de rendimentos significamente mais elevados quando não abastados.

Contra mim falo, porque penso ser de inteira justiça. Há cerca de dez anos fiz uma cirurgia cardio-vascular e, para surpresa minha (agradável, sem dúvida) paguei apenas seis euros e pouco. De taxa moderadora.

Se, na época, andávamos em tempo de vacas gordas (embora virtuais) agora o momento não está para graças.

Mas isto tudo vem a propósito de quê? Bem, passemos os olhos pela Tabela de Serviços e Técnicas Gerais de Enfermagem nos postos de saúde:



À primeira vista, nada de mais, não é verdade, Senhor Ministro? Os valores parecem razoáveis numa perspectiva isolada.

Mas coloque-se V. Exª na posição (muito mais frequente do que julga) de alguém que tem que fazer um penso diáriamentePor mês serão 60 a 120€ o que não é negligenciável para quem aufere o salário mínimo ou uma pensão inferior a isso. Acha correcto? Acha justo ou, ao menos, razoável?

O que se passa, conforme pude comprovar em centros de saúde, é que as pessoas, pura e simplesmente deixam de fazer os tratamentos... como já deixam de comprar medicamentos por não terem dinheiro suficiente para tal.

Se me permitisse uma sugestão (e espero que a sua secretária não filtre esta mensagem mandando-a para o caixote do lixo), dir-lhe-ia que, no caso de tratamentos continuados para quem vive com dificuldades, consideraria adequado o pagamento da taxa moderadora apenas para o primeiro tratamento, sendo os seguintes gratuitos até à cura definitiva.

Quanto aos medicamentos, deixo à sua consciência a tomada de medidas adequadas para que ninguém fique privado dos fármacos indispensáveis para a sua saúde.

Afinal estou crente de que V. Exª deseja ser o Ministro da Saúde de todos os Portugueses e não o seu coveiro. Ou não será assim?

Rogo-lhe que aceite os meus melhores cumprimentos.



sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Portugal visto de Angola

Ao que nós

chegámos!

Cartoon Jornal de Angola 3 Agosto 2012:
Cartoon Jornal de Angola 4 Agosto 2012:

Confesso que esta doeu. E muito...
Ao que os Senhores «Engenheiro» José Sócrates e «Doutor» Miguel Relvas nos rebaixaram a ponto de o nosso ensino superior ser ridicularizado nos jornais de Angola.

E sabe-se lá mais o que andará por aí!

Será que esses «digníssimos senhores», e quantos lhes deram indevidamente as licenciaturas que desavergonhada e imerecidamente ostentam, não têm um pingo de vergonha na cara perante o atentado que fizeram à honra e à dignidade deste País? 

Será que essas «Universidades», desclassificadas por aquilo que fizeram, não têm a hombridade de encerrar portas e pedir humildemente desculpa a este Portugal que enxovalharam? A Independente já fechou as portas, a Lusófona devia seguir-lhe o exemplo!

Porque a chacota dos cartoons não atinge apenas as «ditas» universidades privadas; tal como está redigida, atinge a TOTALIDADE das Universidades Portuguesas.

E atinge-nos a todos nós Portugueses e, em particular, todos aqueles que, pelo seu esforço, se licenciaram nas Universidades (Públicas) Portuguesas,
e que tanto têm contribuído para o prestígio de Portugal.

Tenham vergonha senhores políticos que nos levaram a este opróbio de sermos escarnecidos por um povo a quem nós próprios (bem ou mal) levámos a civilização e que agora nos atiram à cara o seu desprezo.
TENHAM VERGONHA!
Até amanhã!

P.S.
  1. Sobre José Sócrates (fonte Wikipedia):«Durante a sua actuação como projectista de edifícios na Guarda, foi alvo de duas repreensões por unanimidade pela Câmara da Guarda, ameaças de sanções legais e severas críticas dos serviços camarários, por causas das faltas de qualidade dos seus projectos e de acompanhamento das obras, a chegar a ser ameaçado com sanções disciplinares.»
     
  2. Sobre Miguel Relvas (fonte Wikipedia): «Segundo ficou provado, e tal como veiculado pela imprensa, falsificou a sua morada legal lesando o Estado, com o intuito de obter incrementos no seu vencimento, e assegurando ao mesmo tempo a candidatura nas listas do partido através dessas localidades quando tinha habitação em Lisboa. Também esteve envolvido no célebre caso das Viagens-Fantasma, polémica surgida a 20 de Outubro de 1989, publicada pelo O Independente.(ler mais em http://pt.wikipedia.org/wiki/Miguel_Relvas)

P.P.S Foram enviados links deste texto para:

1. As Universidades:
  • do Porto,
  • do Minho,
  • de Trás os Montes e Alto Douro,
  • de Aveiro,
  • de Coimbra,
  • de Lisboa,
  • Nova de Lisboa,
  • Técnica de Lisboa,
  • de Évora,
  • da Beira Interior,
  • Católica e
  • Lusófona
2. As Ordens Profissionais: 

  • Ordem dos Médicos
  • Ordem dos Advogados
  • Ordem dos Engenheiros
  • Ordem dos Economistas
  • Ordem dos Arquitectos
  • Ordem dos Nutricionistas
  • Ordem dos Médicos Dentistas
  • Ordem dos Farmacêuticos
  • Ordem dos Enfermeiros
  • Ordem dos Psicólogos
  • Ordem dos Notários

Países onde já foi lido este blogue: 
  • Portugal
  • Estados Unidos
  • Rússia
  • Alemanha
  • Brasil
  • Itália
  • França
  • Bélgica
  • Reino Unido
  • Noruega
  • Coreia do Sul
  • Holanda
  • Irlanda
  • Finlândia
  • Espanha
  • República Checa
  • Suécia
  • Cabo Verde (novo)

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

CP: Nortada Radikal Express

Alto Minho:

Turismo para

a Juventude

(de todas as idades)


Se o Algarve é o «Turismo Cota» por excelência, o Alto Minho, pela profusão de pontos com ofertas de desportos radicais e actividades ao ar livre, será o turismo ideal para a juventude, e para quem se identifica com uma vida mais activa e consumidora de energia física.

A juventude é irreverente, «barraqueira»,  azougada, avessa a luxos e tão informal quanto possível.

Vamos pois propor uma solução «radikal»
para desenvolver para eles o turismo no Alto Minho. Vamos desencantar as velhas carruagens Schindler de bancos de madeira dos anos 50/60.

Vamos dar-lhes uma decoração exterior jovem, ao modo deles.

Faça-se um concurso aberto ao público
 para a decoração de um conjunto composto por
  • 1 locomotiva diesel tipo 1200 ou 1400
  • 1 carruagem de 1ª classe para os mais «cotas»
  • 2 ou 3 carruagens de 2ª classe para os jovens
  • 1 furgão adaptado para transportar pranchas de surf, windsurf e bicicletas
Dar liberdade total de imaginação aos concorrentes para apresentarem as decorações mais originais, seja de fractais ou de imagens psicadélicas. E criar um júri de jovens para dar o veredicto. Ou colocar à apreciação do público via Twitter ou Facebook (o que constituiria uma excelente publicidade).

Como estações dessa linha teríamos:

Para admissão de passageiros:
  • São Bento
  • Campanhã
  • Trofa (provenientes de Guimarães)
  • Famalicão
  • Nine (provenientes de Braga)
  • Viana do Castelo
Para destinos:
  • Afife (surf, bodyboard)
  • Vila Praia de Âncora (canyoning, trekking, mountain bike)
  • Moledo (windsurf, kitesurf)
  • Caminha (campismo, canoagem no Coura, ski aquático)
  • Cerveira (campismo)
  • Valença (trekking, rafting em Melgaço)
Horários:
  • 1ª Partida cedo para aproveitar o dia ao máximo
  • Regresso intermédio para rentabilizar a composição
  • Partida intermédia (idem)
  • Último regresso tarde, para aproveitar o dia.

Ideias loucas? Serão mesmo? Uma iniciativa destas vai dar um impulso maior às unidades existentes de actividades radicais e proporcionar a criação de outras novas.

E nós queremos ajudar a levantar o País e a CP. Ou não? No Verão há por lá muitos turistas estrangeiros. E a Espanha é a dois passos...


Para vencer é necessário uma certa dose de loucura e arrojo. E não parece que estas fiquem muito caras pelo que o risco envolvido é limitado.

Não será?

Pensem nisso. Até amanhã!
(imagem: Canyoning)


P.S. E na Serra de Arga há excelentes condições para a prática de parapente e asa delta. Só que o comboio não passa perto... Deixa-nos em Vila Praia de Âncora...
Mas se houver alguém com iniciativa...

P.P.S. Revejam o texto de Sábado 29.Set.2012



quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Onde se torra dinheiro...

Rock in Rio

Super Bock Super Rock

Sudoeste

Paredes de Coura



Bem, que a juventude precisa de dar largas às energias que tem à flor da pele e às hormonas que, nessas idades, estão em efervescência não é novidade para ninguém.

Contra isso não falo, embora lamente alguns excessos que por lá se verificam e que não dignificam ninguém.

No entanto é-me difícil de digerir que, numa época de contenção em que é vital equilibrarmos as nossas contas (nomeadamente externas), se continuem a contratar a peso de ouro artistas e bandas estrangeiras (muitas de qualidade duvidosa e não comprovada) quando o mesmo efeito se poderia conseguir com artistas nacionais tão carenciados de lançamento e projecção.

E o que é válido para festivais aplica-se igualmente a espectáculos nos Coliseus de Lisboa e Porto, no Pavilhão Atlântico e em tantos outros recintos onde estes eventos se realizam. Uns atrás dos outros à caça do pouco dinheiro que (ainda) temos.

Nós devemos MUITO dinheiro e, se não podemos passar sem comer nem sem medicamentos ou escolas a funcionar, podemos fazer um sacrificiozinho e dispensar supérfluos que não trazem qualquer valor acrescentado às nossas vidas... mas que nos saem dos bolsos!

Vamos lá, Juventude! Querem ou não sair depressa do buraco onde nos enfiaram? Então vamos lá dar uma mãozinha. Abanar o capacete sim, mas usando o que é nosso.

Afinal, neste momento e acima de tudo:

«O que é Nacional é bom»!


Ou não será? Se ainda não é, há que ajudá-lo a melhorar. «Roma e Pavia não se fizeram num dia».

Ou será que eu estou errado e estes eventos dão um grande lucro ao País? Que lhe parece Sr. Dr. Vítor Gaspar?

Um abraço. Vão pensando nisso. Até amanhã!


P.S.... E, sempre que possível, procurem adquirir produtos nacionais...

Aqueles em que o código de barras começa por 560...


terça-feira, 2 de outubro de 2012

Desactivados


Obsoletos?


Há dias passei junto ao parque de estacionamento de equipamento desactivado da Câmara Municipal do Porto. E o que vi deu-me muita matéria para pensar.

Porque muito do material que lá vi, se bem que um tanto obsoleto e desadequado para as necessidades de uma grande autarquia, pareceu-me recuperável e potencialmente utilizável por uma autarquia do interior que nem sequer terá verbas para adquirir equipamento do género.

E o que se passa com material de exterior, certamente se passará com material e equipamento de escritório ou material informático que poderia ter uma segunda vida a assegurar um funcionamento mais eficaz de unidades na província.

Por conhecimento através de pessoas das minhas relações, sei também que, nos grandes hospitais centrais e unidades de saúde, existe material desactivado por (relativa) obolescência que, recuperado, faria a felicidade das pequenas unidades de saúde locais tão deficitárias em equipamentos congéneres.

Um bom exemplo, que não me canso de referir, é o da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto. Dadas as suas necessidades específicas, renova e actualiza constantemente o seu parque de equipamento informático. Pois bem, o equipamento que para a FEUP é ultrapassado, é cedido a outras faculdades que, não tendo as mesmas exigências técnicas, lhes dão nova vida quer por utilização de professores e alunos, quer nos serviços de secretaria. Evita-se assim o dispêndio de verbas tão necessárias para outros fins. 

Numa época de penúria como aquela em que nos encontramos, não seria de realizar uma inspecção às existências de material desactivado por esse país fora, recondicioná-lo e recolocá-lo ao serviço das populações?

Ao fim e ao cabo, quando tanto se fala de «reciclagem», não será uma boa forma de «reciclar» o que para uns deixou de servir mas que, para outros, ainda pode ser muito útil?

Vão pensando nisso. Até amanhã!







segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Onde ir buscar dinheiro...

França

Primeiro-ministro francês diz que os mais ricos estão prontos para pagar imposto de 75%



Jean-Marc Ayrault, o primeiro-ministro francês, diz que não está admirado com o facto de haver franceses que “estão a ameaçar sair do país” para evitar o imposto de 75% sobre os rendimentos superiores a um milhão de euros, que faz parte do Orçamento para o próximo ano. Contudo, o governante afirma estar tranquilo e garante que muitos dos abrangidos pelo novo imposto estão dispostos a pagar a nova carga fiscal em nome do interesse nacional.  

http://www.noticiasaominuto.com/economia/12484/primeiro-ministro-franc%c3%aas-diz-que-os-mais-ricos-est%c3%a3o-prontos-para-pagar-imposto-de-75  

Pois é, quando a situação aperta, os sacrifícios são PARA TODOS de acordo com as suas possibilidades.
 

E por cá, Senhor Primeiro Ministro?
 

Já deu para entender a «coragem» com que Vossa Excelência e a sua digníssima equipa governativa atacam os problemas que vos deixaram. E a cuja resolução alegremente se propuseram nas últimas Legislativas.
 

Não admira que
, hoje em dia, não consigam sair à rua a não ser sob fortes medidas de segurança, rodeados de brutamentes e protegidos pela Polícia.
 

Não tarda nada os vossos luxuosos transportes topo de gama terem de ser substituídos pelos blindados Pandur
que, prudentemente, foram adquiridos em largas quantidades (estamos para saber porquê, dado que, durante os longos anos da Guerra Colonial o número total de Chaimites era menos de metade).
 

Os senhores já pensaram no que vão fazer quando saírem do Governo?
 À rua não vão poder sair que vos fazem em fanicos.

Vão imitar o exemplo de Sócrates e fugir daqui para fora com as vossas famílias? Já estão a juntar dinheiro para isso? À custa de quem? A vida lá fora é bem mais cara a não ser que vão viver como «clochards» debaixo das pontes de Paris (e não é isso que consta que Sócrates anda a fazer).

E por falar em Sócrates, já investigaram onde foi ele buscar dinheiro para esses luxos? Ou estão a seguir-lhe o exemplo?

A Senhora Ministra da Justiça disse que agora ia ser «tolerância zero»! Já começaram a arrumar a vossa própria casa?


E, por hoje, por aqui me fico  Vão pensando nisso... e os Portugueses também.  

Até amanhã!