quarta-feira, 2 de abril de 2014

Governo Italiano vende...





Itália põe Jaguar e Maserati oficiais à venda no eBay 

...carros de luxo no eBay



O novo Governo italiano colocou centenas de carros usados pelos membros da administração pública, alguns de alta cilindrada, à venda no eBay, escreve o La Repubblica.
As licitações estão abertas até 16 de abril e logo depois de o primeiro carro ter sido colocado à venda online as ofertas começaram a cair. Segundo o diário La Repubblica o Governo de Matteo Renzi colocou à venda no eBay 1500 carros de serviços considerados não essenciais.
Dos 151 veículos colocados online até agora encontram-se BMWs, Alfa Romeos e Lancias, mas também nove Maseratis de alta cilindrada pertencentes ao Ministério da Defesa e também dois Jaguars.
A iniciativa partiu do próprio primeiro-ministro italiano, segundo o qual os carros de serviço se tornaram um símbolo do desperdício de dinheiro do Governo. Na sua conta de Twitter, quando chegou a secretário do Partido Democrático, Renzi escreveu: "Porque é que um subsecretário [de Estado] deve ter um carro oficial? Os subsecretários [de Estado] deviam andar a pé".
Antigo presidente da Câmara de Florença, Matteo Renzi, de 39 anos, chegou à chefia do Governo no passado dia 22 de Fevereiro, após o afastamento de Enrico Letta, membro do seu próprio partido.
(http://www.dn.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=3783538&seccao=Europa) 


Bom dia, Senhor Primeiro-Ministro
Bom dia, Senhora Ministra das Finanças

Não acham que este seria um exemplo digno a seguir por Vossas Excelências e por todos os imensos beneficiários do Estado e dos organismos oficiais que se espojam em viaturas obscenas pagas pelo sacrificado Povo Português?

Que crédito (para além do afagar do vosso ego) julgam merecer dos vossos concidadãos ao pavonearem-se em luxos que os vossos actos e competências não justificam? Que imagem pensam passar aos vossos colegas europeus ao apresentarem-se com toda essa pompa quando Portugal está a contas com uma crise por vós provocada, ao tentarem colocar-se em bicos de pés para se igualarem aos governantes de países financeiramente saudáveis?

Pensam que eles vos apreciam por isso? Lá no fundo, por detrás das máscaras e sorrisos de circunstância, espreita o menosprezo que sentem por uns pigmeus que se julgam gente lá porque se sentam à mesma mesa.

Na situação em que nos encontramos, «Excelências», ficar-vos-ia muito melhor apresentarem-se publicamente com a humildade devida a quem está a estender a mão à caridade alheia em vez de assumirem poses que só reforçam a raiva e o desencanto que fomentais no povo que, estupidamente, em vós votou.

Querem ganhar as próximas eleições? Em vez de viverem como nababos, aproximem-se do nível de vida que impuserem aos Portugueses, Para que as pessoas acreditem em vós, dêem o exemplo da austeridade que exigem e impõem .

Na Grã-Bretanha, o Primeiro-Ministro viaja de Metro.

Quem sois vós mais do que ele?

Jean-Claude Juncker (1) terá dito esta frase lapidar:

«Todos sabemos o que temos que fazer. O que não sabemos é como ser reeleitos depois de o ter feito»
(in Vítor Gaspar por Maria João Avillez, pág 211)

(1) Antigo Primeiro-Ministro do Luxemburgo


Será que neste pais algum político ainda tem vergonha na cara?

Tenham um muito bom dia (se as vossas consciências o permitirem)



quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Birdwatching...


in PORTUGAL!


According to WIKIPEDIA there are more than 600 species of birds in Portugal. Not all are native, many are migratory but what a huge choice for a birdwatcher...!!! If he is really lucky he shall have entertainement  for years...


(photo: Pedro Olivença)
There is a wide choice of sceneries. From the green hills of the Northwest, to the vast planes of the South, from the rough mountains of the East to the romantic lagoons of the West, from the cliffs of the rocky coast to the ponds of the estuaries, there is a never ending of living colours, a rainbow of feathers, a symphony of songs from these lovely creatures for our own pleasure and delight.


(photo: Pedro Olivença)
Teased by the idea? Ravished by the excitement of the discovery? Come and explore, enjoy the Portuguese hospitality, the delicious flavour of our food, the superb choice of our seafood, the unique sweetness of our desserts and the vast selection of our excellent wines...


Portugal is a cheap country to live.


(photo: Joaquim Antunes)
Get lost in our bushes and forests, widen up your eyes with the beauty of our landscapes, wander along the banks of our rivers and plunge in the memories of our history since almost 900 years ago.



(photo: Pedro Olivença)



Run along our endeless beaches, climb our hills in the search of the beloved living jewels of your hobby. And don’t forget to explore the secret wonders of our Atlantic islands of Azores and Madeira.

And when you return home, besides the images captured by your camera, you shall have your heart warmed by good memories and your soul revived  and cleansed, ready for a happy return to your daily life.


(photo: José Sousa)



Requiring further information?
Visit and explore the sites:






where you will find a comprehensive list of most of our birds, their locations and habitats.


(photo: João Edgar)


And if you would like further information you may contact directly


Gonçalo Elias - Aves Portugal
(goncalo.elias@gmail.com)






Come on, enjoy and be welcome. You will be amazed. And will return, year, after year...


Portugal will pamper you...!



(photo: Pedro Olivença)



quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Uma fábula...



... para quem nos desgoverna



De pessoa amiga recebi esta fábula que não resisto a transcrever e comentar:
Um rato saiu de manhã para trabalhar e no caminho cruzou com um caracol. Muitas horas depois, após um dia exaustivo em que teve que batalhar arduamente para caçar sua comida e escapar de seus predadores, o rato retornou exausto. E notou que o caracol não havia se movido mais que dois metros.
O rato parou e comentou que se sentia compadecido pelo fato de o caracol ter uma vida tão monótona, tão sem emoções, enquanto ele, rato, conseguira viver, em apenas um dia, aventuras que o caracol não viveria em toda existência.
"Emérito rato", disse o caracol, "como tenho bastante tempo para observar e reflectir, permita-me oferecer-lhe alguns dados comparativos entre nossas espécies, que talvez possam ajudá-lo a rever o seu ponto de vista. Caracóis têm casa própria e ratos são escorraçados de todos os lugares aonde chegam. Caracóis vivem em jardins e ratos, em esgotos. O alimento dos caracóis está sempre ao alcance, enquanto ratos precisam caminhar horas e horas para encontrar comida. Por isso, caracóis podem passar o dia apreciando a natureza, ao passo que ratos não podem se descuidar nem por um segundo. E não por acaso, caracóis vivem cinco anos. Dois a mais que os ratos."
O rato ouviu a tudo atentamente. Ponderou que o caracol tinha razão em tudo o que havia dito e, com uma violenta pisada, esmagou o caracol contra o chão.
Felizmente o solo era fofo o suficiente para que o caracol sobrevivesse. Mas ele aprendeu uma pequena lição que lhe seria útil pelo resto da carreira.
Por mais razão que você tenha, nunca tente provar a alguém que se acha o máximo, que ele não é nada daquilo. Porque não há negócio pior do que oferecer sabedoria a quem só pode pagar com ignorância.
(Max Gehringer)




Mas não pense o Sr. Seguro e os seus compinchas do Largo do Rato (tão ansiosos que andam pelo poleiro) que esta fábula não é para eles. Eles também já por lá andaram, Soares, Guterres, Sócrates e tantos mais que sempre se comportaram como os ratos da fábula, mau grado os muitos caracóis, anónimos ou ilustres, que continuamente tentaram alertar para as enormidades cometidas em proveito...  não do Povo português, isso pela certa...

Bem pregam Medina Carreira, Nuno Rogeiro, Nogueira Leite, Paulo de Morais, José Gomes Ferreira, Carlos Moreno, e tantos mais. Vozes que clamam no deserto e a que os «ratos» da fábula fazem orelhas moucas do algo das suas arrogantes «sabedorâncias». (Não incluo neles o Prof. Marcelo porque, nos últimos tempos, os seus comentários têm sido demasiado apaziguadores para a crise que o país a travessa).

Não, à «Ratolândia» corrupta da política portuguesa não interessam comentários ou sugestões sensatas e que visem colocar este desgraçado País na rota do bem estar e do progresso. A eles só interessa aquilo que possa ajudar a mantê-los nas suas pingues posições, a passeá-los nas suas (do Estado) viaturas de luxo e alta cilindrada e com reformas garantidas que não estão ao alcance do comum dos mortais.

Não, a esses não lhes interessa cortar a direito, a ir às bolsas gordas que quem os subsidia, não lhes interessa cortar as «gorduras» deste país nem exigir contribuições condignas e, sobretudo JUSTAS a quem muito tem, sabe-se lá como...

A eles interessam as campanhas de solidariedade em que o Estado é o maior beneficiário. SIM, porque, logo à partida, a generosidade dos Portugueses contribui com 23% de IVA para os cofres do Estado... não para os necessitados, não para quem tem fome...

A eles interessam as obras faraónicas que permitem a ocultação de luvas generosas, não aquelas que promovem o bem estar das populações e satisfazem as necessidades do país real. 

Vale a pena protestar? Vale a pena indignarmo-nos? Eles têm os ouvidos cheios de cera, têm a guardar-lhes as costas as forças de segurança,. Têm no bolso a Comunicação Social que só dá à luz do dia aquilo que a eles convém.


Por isso Portugal, continua a acorrer ás urnas como um rebanho de carneiros que, de uns aos outros, venha o Diabo e escolha. A não ser que apareça um Rui Moreira nacional que consiga arrancar-te do marasmo, quebrar-te as grilhetas e levar à Justiça todos aqueles que de ti fizeram mais pobre, mais estúpido e mais escravo do que eras em tempos que já lá vão...

Entretanto, continuemos no circo...





Esperamos que tenham tido umas
BOAS FESTAS!









terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Soares não paga a multa...


... e o motorista é que fica sem carta!


Pois, esta é mais recente mas é também ilustrativa da elevada moral deste «jovem democrata» sempre preocupado com os problemas dos eleitores.

O caso foi amplamente relatado em todos os canais de TV e meios de comunicação social (excepto, salvo erro, no jornal do PS). E se não fosse o escândalo público que rebentou e uma intervenção do Prof. Marcelo Rebelo de Sousa que, nos seus comentários semanais na TVI, suavemente lhe chamou a atenção para a barbaridade cometida, ainda a estas horas o pobre do motorista estaria privado do seu meio de subsistência.

Mas, melhor que as palavras, fala a reportagem da SIC (como as de qualquer outra TV) a seguir inclusa: 



 Soares a 199 km/hora



Isto não é arrogância? Não é desprezo pelos outros? Não é soberba de quem se julga superior à LEI aprovada pelo seu próprio partido?

Com que direito, com que moralidade, este senhor se atreve ainda a pontificar e mandar bocas sobre a governação deste país?

Há que abrir os olhos para estas verdades escondidas e esquecidas e retirar as respectivas ilações.

Pensem nisso.

Fiquem bem e tenham Festas Felizes

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Ó, Dr Mário Soares...

...isso é medo ou prepotência?








Do fundo da gaveta fomos repescar esta «jóia» que ilustra plenamente mais uma faceta de quem continua a tentar pôr-se em bicos de pés para voltar ao poder, a procurar por todos os meios governar-se à custa do Povo português.

Vejam e apreciem...




Caso não consigam visualizar sigam o link:



Como termo de comparação, permitam-me que vos conte duas pequenas histórias. Ambas passadas em Itália.

1.
A mais recente passou-se nos anos 60. Conduzido pelo seu motorista em excesso de velocidade, o Presidente da República Italiana foi mandado parar por um polícia. Tentando «escudar-se» por detrás do seu passageiro o motorista procurou chamar a atenção do agente para a categoria do seu passageiro. O Presidente não disse palavra limitando-se a assistir à cena.
Ignorando o estatuto do Presidente, que cumprimentou, o guarda passou a respectiva multa já que não havia razão para o excesso de velocidade uma vez que o Presidente se deslocava por razões particulares e sem escolta policial.
No dia seguinte o agente foi chamado à chefia da polícia onde soube, para sua surpresa, que havia sido promovido por indicação do próprio Presidente atendendo à sua actuação firme não se deixando pressionar pela posição social do passageiro da viatura.

2.
A segunda passou-se na Segunda Guerra Mundial durante o avanço aliado na invasão de Itália.
Num posto de controlo o general George Patton foi detido por um soldado que lhe apontou a sua arma intimando-o a identificar-se. O general, que era uma «prima donna» irritou-se e desabridamente perguntou ao soldado se ele não sabia quem ele era.
O soldado respondeu-lhe: «Meu general, eu JULGO conhecê-lo. Mas as ordens que tenho do meu tenente são que não deixe passar NINGUÉM sem ser identificado. Nada me garante que o senhor seja quem diz ser e eu não me arrisco a desobedecer às ordens que recebi.»
O general sorriu e identificou-se elogiando a postura do soldado.

O que pensam que sucederia se o caso fosse com qualquer dos nossos iluminados políticos de pacotilha?

E, já agora, como classificar a actuação do então presidente Mário Soares? Algo a esconder ou, pura e simplesmente, uma manifestação de arrogância, soberba e prepotência?

Muito honestamente, isto não são maneiras de tratar um agente da autoridade no desempenho legítimo das suas funções. Ou a polícia só lhe serve para lhe servir de protecção contra a indignação mais que justificada de milhares de portugueses?

Pensem nisso. Até breve.



sábado, 7 de setembro de 2013

Fogos florestais: Perguntas «parvas»








Inda que mal pergunte...



1. Porque razão os incêndios privilegiam tanto as áreas florestais do norte e centro e não atacam o Alentejo cujas searas, nesta época, arderiam como archotes ao mais pequeno foco? Apesar das temperaturas do ar serem aí bem mais elevadas?

2. Será que isso tem a ver com as eleições que se avizinham, já que nas áreas ardidas os eleitores são, tendencialmente, mais afectos aos partidos agora no Governo? Seria uma forma de os descredibilizar, não seria? Já agora, seria interessante fazer um paralelo entre a frequência e intensidade dos fogos e as datas de eleições. Só para termos a certeza de que não há gato escondido...

3. O que vai na cabeça da senhora Ministra da Justiça quando diz que não há razão para agravamento das penas aplicáveis a incendiários? Segundo o Código Penal as penas aplicáveis vão de 3 (Artº. 206 - Dano) a 5 anos (Artº. 207 - Dano qualificado). Isto são penas «pesadas»? Não brinquem connosco. Quando há vidas humanas roubadas ou em risco, o mínimo seria tentativa de homicídio. Sobretudo quando o crime é cometido com dolo, ou seja, com intenção de o realizar. E este ano já são OITO os bombeiros que deram as suas vidas na defesa da incompetência alheia!

4. E quanto a indemnizações, quem paga o prejuízo? Saberão os lesados que, na ausência de culpado inquestionável, podem processar o Estado exigindo uma indemnização? (Isto é algo que não convém vir à luz do dia, pois não, senhora Ministra?)

5. E porque será que entre os milhentos escritórios de advogados existentes no país não surge uma Erin Brockovitch (http://en.wikipedia.org/wiki/Erin_Brockovich) que ponha tudo de pernas para o ar e obrigue os poderes políticos a cumprir a missão para que o povo os elegeu?

6. E, já agora, porque será que as cabeças pensantes do nosso Governo não investem uns trocados a dotar as Juntas de Freguesia de roçadoras e microceifeiras para eliminar o mato e prevenir incêndios em vez de virem depois chorar sobre leite derramado? As populações rurais poderiam bem mais facilmente limpar as ameaças que se aninham ao pé das portas.

7. E porque não promoverem formação às populações locais para, com esses meios (e com outros), se prevenirem contra o flagelo que anualmente ameaça as suas vidas e os seus bens? Formação dada pelos bombeiros locais fora da época dos fogos? Não ficaria bem mais barato poupar no combate investindo na prevenção?

Ou ao fim disto tudo, será que o percurso ao longo das juventudes partidárias e das «Universidades de Verão» (que nome pomposo para uma quantas sessões de lavagem cerebral) anquilosou os cérebros dos nossos políticos para tudo quanto não sejam as campanhas eleitorais?

Fiquem bem! Até breve!



quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Fogos florestais: os incendiários






«Em tempo de guerra não se limpam armas»





Vamos hoje falar desses energúmenos, desses criminosos (e que agora já até assassinos são) que por frustração ou diversão (sim, DIVERSÃO) se entretêm a devastar o nosso país.

Disseram há dias as autoridades que já conseguiram capturar um número elevado de incendiários este ano. Mas que, infelizmente as provas dos seus crimes foram destruídas pelo fogo.

Desculpem a frontalidade, até mesmo a brutalidade do que vou dizer:

BASTA DE IMPUNIDADE LEGAL!

Nestes casos de crimes de sangue é preferível que alguns inocentes sejam punidos a que se deixe escapar um só criminoso.

Porque com as quatro mortes até agora ocorridas, (sem contar com os feridos) trata-se de verdadeiros ASSASSINATOS.

É difícil provar os crimes? Aplique-se na hora a «justiça de Fafe». Uma boa sova aplicada na hora pelos captores ensinaria esses bandalhos a respeitar a propriedade e a vida alheia e a não estarem no lugar errado à hora errada. E depois os juízes que lhes aplicassem as penas que entendessem ou que os libertassem de acordo com a estupidez de leis que temos.

PARA GRANDES MALES GRANDES REMÉDIOS

Mas não nos iludamos a pensar que a totalidade dos incendiários são indivíduos de baixa condição e baixa auto-estima. Sei de fonte segura que, em cidades e vilas do interior, são os filhos adolescentes de famílias abastadas que, à falta de locais de diversão, se entretêm a atear os fogos deslocando-se por veredas nas suas motorizadas. Tudo em nome da adrenalina. Afinal, para atear um incêndio de grandes proporções não é preciso muito. Basta um bom conhecimento do terreno, um motociclo de trial, uns quantos cocktails Molotov e um isqueiro BIC.

As populações sabem bem quem são, mas têm medo de represálias por parte das famílias. Localmente poderosas, como se imagina. O que podem fazer? Quando o fogo despontar de madrugada, façam rapidamente uma espera à porta das casas onde habitam potenciais suspeitos. E, quando eles aparecerem, apliquem-lhes um bom correctivo. Se estiverem inocentes, tanto pior para eles. Que não saiam à noite...

E nesses casos, para evitarem problemas maiores, era bom que os «papás» investigassem por onde andam os seus rebentos altas horas da noite, lhes aplicassem um correctivo exemplar no sítio onde as costas mudam de nome, lhes confiscassem os seus instrumentos de «diversão» e os entregassem à justiça.

Quanto às leis que os senhores (não) fizeram, senhores Deputados, Excelências cabotinas, queiram arregaçar as mangas e fazer o trabalho para que são (regiamente) pagos com o nosso dinheiro.

Regiamente, sim, porque a Assembleia da República custa-nos CENTO E QUARENTA MILHÕES DE EUROS POR ANO, ou seja, mais de 50.000 Euros por mês para cada um dos «senhores»!

E, já agora, não sigam o triste exemplo da senhora Presidente da Assembleia da República que, porque se senta no seu «trono». se julga superior ao povo que a elegeu.

(imagens: Internet)