sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Portugal está a 77 mil...


 

... do milhão de desempregados


No último trimestre de 2012, estavam no desemprego quase um milhão de portugueses. O número cresceu 150 mil casos em um ano e mais 248 mil desde que o actual Governo e a troika assumiram o poder.
Leia mais na versão e-paper ou na edição impressa do Jornal de Notícias de 14.Fev.2013.

Estamos numa espiral recessiva, sem fim à vista.

O desemprego sobe de forma galopantea economia desmorona-se, as falências avolumam-se a cada dia que passa, o Governo continua a falhar em cada previsão que faz, os reformados e pensionistas estão cada vez mais esbulhados das suas pensões...

No 4º Trimestre de 2012 tínhamos 923 mil desempregados, dos quais:

  • 165.000 jovens de 15-24 anos
  • 102.000 à procura do 1º emprego
  • 551.000 com escolaridade até ao 9º ano
  • 149.000 licenciados
  • 276.000 com mais de 45 anos
  • 520.000 desempregados de longa duração
Com a Segurança Social a caminho da ruptura, com 10% da população no desemprego, com o número de pensionistas e reformados a aumentar diariamente, para onde nos conduz, senhor Primeiro-Ministro?

Isto é um sinal da sua «competência»? Ou ainda acredita que a situação em que nos encontramos ainda é da responsabilidade do executivo anterior?

Que José Sócrates foi um péssimo primeiro-ministro, que nos lançou no buraco, ninguém tem a menor dúvida. A não ser alguns aproveitadores do PS que suspiram por voltar ou seu (deles) regabofe.

Mas o senhor está a batê-lo aos pontos. E de longe. Porque é um indivíduo tíbio, sem coragem de fazer o que é preciso e sempre a arranjar fugas e desculpas, escorregadio como uma enguia.

Quem tem medo do fogo, Doutor Pedro Passos Coelho, não deve aproximar-se da cozinha. Assim dizia Harry Truman.

E e senhor não tem medo, TEM PÂNICO!

Se não tem no governo quem saiba fazer o necessário, nem quem seja competente, arranje-os

E não tenha medo da «troika» nem do FMI. Não são eles que vão pagar a crise que o senhor empolou: SOMOS NÓS!

Passe bem. Tão bem como os Portugueses que o senhor tem desgraçado. Até amanhã!


quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

O artigo de «Jacques Amaury»...

... ou a falta de carácter de não assumir ideias!



Ontem publicámos aqui, um artigo supostamente escrito por um professor da Universidade de Estrasburgo que, afinal se veio a revelar ser apócrifo.

E é pena porque se trata de um texto bem escrito e com valor. Infelizmente o seu autor não teve o pundonor de assumir as suas próprias ideias e escondeu-se por detrás de um personagem fictício (embora exista um Jacques Amaury, só que não é sociólogo nem professor da Universidade de Estrasburgo).

Assim sendo, e na ausência de uma autoria assumida do texto, vou assumi-lo como traduzindo as minhas ideias naquilo que as reflecte, limitando-me a tomar a liberdade legítima, de o modificar aqui e além de acordo com as minhas opiniões pessoais.

Sou também de opinião que Portugal atravessa um dos momentos mais difíceis da sua história e que terá de o resolver com urgência, sob o perigo de virem a criar-se tensões cada vez mais intensas desaguando nas consequentes convulsões sociais.

Em primeiro lugar há que fazer o diagnóstico das causas. Devem-se em parte à má aplicação dos dinheiros emprestados (e doados) pela União Europeia para o esforço de adesão e adaptação às exigências da união. Mas apenas em parte. Porque a classe política, mal preparada e oportunista, não tirou o partido que deveria ter tirado do maná que foi colocado à disposição do País.

Para além disso, em todo o aparelho do Estado assistiu-se ao assalto de cargos públicos, privilegiando-se o compadrio em lugar da competência, acabando por criar-se um monstro burocrático de incompetências alimentando-se de subornos para serem despachados os assuntos mais comezinhos.

Foi talvez o país onde a UE mais investiu “per capita” e o que menos proveito retirou. Não se actualizou, não melhorou as classes laborais, regrediu na qualidade da educação, vendeu ou privatizou a esmo actividades primordiais e património que poderiam hoje ser um sustentáculo.

Os dinheiros foram encaminhados para auto-estradas, estádios de futebol, constituição de centenas de instituições publico-privadas, fundações e institutos de duvidosa utilidade, auxílios financeiros a empresas que os reverteram em seu exclusivo benefício, pagamento a agricultores para deixarem os campos e aos pescadores para abaterem as embarcações. 

Também foram concedidos apoios a elementos (ou a próximos deles) dos principais partidos, e elevados vencimentos nas classes superiores da administração publica

Assistiu-se ao tácito desinteresse da Justiça frente à corrupção galopante e a um desinteresse quase total das Finanças no que respeita à cobrança de impostos na riqueza, na Banca, nas mais-valias em Bolsa, nos grandes negócios. Pelo contrário, desenvolveu-se uma atenção particularmente obsessiva junto da classe média, pequenos comerciantes e populações menos favorecidas.

Ao mesmo tempo privilegiou-se uma «aristocracia proletária», despudorada e recalcitrante, que se não coíbe de fazer greves selvagens por reivindicações absurdas de que são triste exemplo as empresas públicas de transportes, os professores e os trabalhadores portuários.

As verbas astronómicas doadas para Formação Profissional foram malbaratadas em cursos sem qualidade, seja através do IEFP seja através de alguns Centros Protocolares que privilegiaram formadores «amigos». Não se acarinharam os formadores competentes e chegou-se ao despudor de fornecer manuais elaborados por formadores capazes e idóneos a amigalhaços sem se respeitarem os direitos de autor.

Mais grave, essas verbas da União Europeia foram e são desviadas para empresas formadoras privadas às quais se não fazem auditorias e que enriqueceram com o beneplácito de quadros do IEFP deixando prescrever a data de pagamento aos formadores e apropriando-se dos seus honorários.

Estabeleceu-se um regulamento de aptidão pedagógica de formadores absolutamente inconcebível (já aqui denunciado) que unicamente serve para assegurar trabalho contínuo a uma «clique» privilegiada de chamados «formadores de formadores»

Por outro lado, a política portuguesa é um lamaçal escorregadio onde só os mais hábeis e os mais ousados (mas não os mais competentes) penetram, já que os partidos, cada vez mais desacreditados, funcionam essencialmente como agências de emprego que admitem os mais corruptos e incapazes. Ao abrigo do princípio de que funcionário público não pode ser despedido (a não ser em casos extremos), permite-se que eles permaneçam eternamente, transformando-se, como já se referiu, num enorme peso bruto e parasitário. Assim, a monstruosa Função Publica,assessorada por sindicatos agressivos, tornou-se não uma solução, mas um factor de peso nos problemas do país.

Não existe partido de centro já que as diferenças são apenas de retórica, entre o PS (Partido Socialista) e o PSD (Partido Social Democrata), que tem um suporte estratégico no PR e no tecido empresarial abastado. Mais à direita, o CDS (Partido Popular), com uma actividade assinalável, mas com alguns telhados de vidro e uma linguagem pública a exigir actualização.  À esquerda o PCP (Partido comunista) vilipendiado pela comunicação social, que o coloca sempre como um perigo latente e uma extensão inspirada na União Soviética, oportunamente extinta, e portanto longe das realidades actuais. Mais à esquerda, o BE (Bloco de Esquerda), com tantos adeptos como o CDS, mas igualmente com uma linguagem difícil de se encaixar nas recomendações ao Governo.

Assim, não se encontrando forças capazes de alterar o status, parece que a democracia pré-fabricada não consegue encontrar novos caminhos.

Contudo, na génese deste beco sem saída aparente está a impreparação, ou melhor, a ignorância de uma população deixada ao abandono nesse aspecto fulcral e determinante do seu desenvolvimento, já que o Estado deixou degradar dramaticamente a qualidade e a disciplina do ensino oficial. Mal preparada nos bancos das escolas, no secundário e nas faculdades, não tem capacidade de decisão, a não ser a que lhe é oferecida, trabalhada e digerida, pelos órgãos de Comunicação Social. 

Aqui reside um dos grandes problemas do país; as Televisões, as Rádios e os Jornais, são, na sua grande maioria, pertença de grupos privados ligados à alta finança, à industria e comércio, à banca e com infiltrações accionistas de vários países.

É fácil de ver que com estes ingredientes, não é possível cozinhar uma alimentação saudável mas apenas os pratos que o “chefe” recomenda. Daí resulta a estagnação que tem sido geradora da crescente distanciação entre ricos e pobres e o empobrecimento das classes médias.

A RTP está dominada por elementos dos dois partidos principais, com predominância dos partidos no Governo. A selecção dos gestores, dos directores e dos principais jornalistas é feita exclusivamente por via partidária. 

Não há um único meio de Comunicação Social ao alcance das pessoas mais esclarecidas e por isso, “non gratas”, pelo establishment. De facto, as pessoas que enviam as suas crónicas ou artigos para os grandes órgãos de comunicação onde poderiam dar luz a novas ideias e à realidade do país, vêem-nas sujeitas a uma discreta selecção que apenas deixa emergir os vendedores de ideias já feitas e as cenas recomendáveis para a manutenção da sensação de liberdade e da prática da apregoada democracia.

Só uma comunicação isenta e independente poderia ajudar a população a fugir da banca (o cancro endémico de que padece), a exigir uma justiça mais rápida e justa, a insistir numas finanças honestas e cumpridoras, enfim, a ganhar consciência e lucidez sobre os seus desígnios.

Neste quadro, os únicos veículos informativos que gozam de independência são os inúmeros blogues que, através da internet tentam despertar do torpor uma população embrutecida e pouco culta. Infelizmente é um meio inacessível ao grande público já que exige equipamento informático e conhecimento de como o utilizar.

Bem, isto seria aquilo que este blogue escreveria como Jacques Amaury e do qual assumiria a paternidade.

Como apartidário que é, e apenas preocupado com os interesses de Portugal e da maioria da população portuguesa, ciente e adepto de que o mérito deve ser premiado e de que as riquezas devem ser um motor de desenvolvimento e de progresso na vida de cada um.

Mas frontalmente contra a corrupção, o oportunismo, o compadrio, o enriquecimento ilícito e o esmagamento dos menos favorecidos pelos que apenas vivem para a ganância sem escrúpulos mas que, cinicamente, vão ao domingo à missa dar umas esmolas escassas e bater no peito em falsa compunção. 

Pensem nisto. Até amanhã!


quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Portugal visto de França...


13.Fevereiro.2013 - 14.00 horas

Cumpre-nos informar que, afinal, o texto aqui inserido era apócrifo, não se tendo conseguido identificar a autoria. No entanto o seu conteúdo tinha muito de verdadeiro e, por isso o publicámos, embora não o subscrevêssemos na íntegra.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Mário Soares e a Bandeira Nacional



Soares nem no tempo de Salazar viu um Governo tão odiado, nem tanta fome

Mário Soares afirmou na noite desta terça-feira que nunca houve em Portugal um Governo tão odiado e humilhado como o de Passos Coelho. “Nem no tempo de Salazar”, afirmou o antigo Presidente da República. E nem no tempo de Salazar viu tanta fome no país, acrescentou.
Numa entrevista à TVI24, o antigo presidente da República voltou a defender que  “é preciso mudar de política.” “Se o Governo não muda de política é necessário mudar de Governo.”
Ler mais: http://www.publico.pt/politica/noticia/soares-nem-no-tempo-de-salazar-viu-um-governo-tao-odiado-nem-tanta-fome-1577054

Já por diversas vezes aqui vim defender a ideia de que o Sr. Dr. Mário Soares deveria abster-se de mais comentários políticos e recolher-se ao seu retiro dourado.

Mas uma vez mais ele resolve sair a terreiro e deitar faladura quando seria mais sensato permanecer quedo e mudo no seu feudo para não abrir as suas arcas encoiradas.

Por se revestir de um carácter eminentemente grave, transcrevo, com a devida vénia, uma postagem do advogado Dr. José Maria Martins no seu blogue

http://josemariamartins.blogspot.pt/2006/08/mrio-soares-e-bandeira-nacional.html


TERÇA-FEIRA, AGOSTO 22, 2006


Mário Soares e a Bandeira Nacional

Muitas vezes já se disse que Mário Soares terá pisado a bandeira nacional, na manifestação em Londres, em 1973, contra a visita de Marcelo Caetano ao Reino Unido.

Não tenho provas que Mário Soares terá pisado a Bandeira Nacional.

Pisado no sentido literal do termo, ou seja, posto os pés em cima.

No entanto, não há dúvida alguma que, na manifestração de protesto, 01 de Julho de 1973, milhares de pessoas concentraram-se junto à Embaixada de Portugal em Londres.


Mário Soares figurava no cortejo. no qual se queimaram bandeiras de Portugal no mesmo cortejo onde flutuava uma bandeira do "Portuguese Socialist Party".

Ou seja:

1 - Mário Soares estava a manifestar-se num cortejo onde foram queimadas bandeiras nacionais portuguesas;
2 - Nunca ouvi Mário Soares dizer que se opôs a que fossem queimadas bandeiras portuguesas;
3 - Mário Soares quis ser deputado à Assembleia Nacional em 1969;
4 - A Bandeira Nacional, e A Portuguesa, começaram por ser um símbolo do Movimento Republicano Portruguês, em 1910;
5 - Depois por Decreto da Assembleia Nacional Constituinte, de 11 de Junho de 1911, a Bandeira e A Portuguesa, passaram a ser símbolos nacionais.
5- Centenas de milhares de portuguses juraram dar a própria vida, perante a Bandeira Nacional ;
6 - A Bandeira Nacional é um símbolo da soberania da República, da independência, da unidade e da integralidade de Portugal.
7 - A Bandeira não era em 1973 o símbolo da União Nacional, ou seja do Partido de Marcello Caetano.

Para além de ser de mau tom que alguém sendo Português integre um cortejo ,ou manifestação, onde são queimados símbolos portugueses, é manifesto que Màrio Soares nunca poderia ter assistido impávido a tal ofensa a Portugal.

A História tem de se debruçar sobre tudo isto. E julgar.




Comentários para quê? Está tudo dito.


Bom Carnaval! Até amanhã!

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

«Portugal» e «Colónias»...




... em versão política




Perdido que foi o Império Colonial Português, a «elite aristocrática» lisboeta, desde há muito habituada às suas mordomias, teve que inventar um novo «Império» para lhe servir de domínio.

Assim sendo, fechou-se na sua concha e, agindo em proveito próprio sem qualquer consulta aos interessados, «decretou» que as suas «novas» colónias passariam a ser as províncias do Continente cujos habitantes deixavam de ser compatriotas para passarem à condição de «povos colonizados» aos interesses da capital.

E assim, alegremente, abastece-se de:


  • lacticínios,legumes e vinho verde no Minho, 
  • electricidade no Minho, Douro, Beiras e Alentejo, 
  • vinhos de qualidade e generosos no Douro, Beiras e Alentejo, 
  • cereais no Minho, Douro e Alentejo, 
  • carnes no Minho, Trás-os-Montes, Beiras e Alentejo
  • pescado no Douro Litoral, Beira Litoral e Algarve
  • produtos petrolíferos no Douro Litoral e no Alentejo (Sines)
  • etc, etc, ...  
  • e de dinheiro em todas as «colónias» (para onde exporta impostos e cobranças nas auto-estradas) e nos corredores de Bruxelas de onde desvia os fundos às «colónias» destinados.

Será que estes «aristocratas» ainda se lembram do que aconteceu às antigas colónias em Abril de 1974?

É que as colónias podem dar o «grito do Ipiranga» e decidirem que podem passar sem o «Portugal dos aristocratas» que as exploram até ao tutano em proveito próprio e em benefício dos seus interesses mesquinhos sem a menor consideração pelas necessidades dos «povos colonizados».

E se isso acontecer, de que vão os «queridos alfacinhas» viver? Com que vão matar a sua fomezinha? Com as carnes e tomates do Ribatejo e com o pescado de Sesimbra? É capaz de ser um tanto ou quanto escasso para tanta gente!

Por isso um conselho, enquanto é tempo:




Antes que seja tarde demais. Para vocês!


Em breve vai haver nova manifestação como a de 15 de Setembro.

Pensem bem nisso.  Até amanhã!

domingo, 10 de fevereiro de 2013

O Carnaval do Estado!

 

Você pensa que governo é mama?

(música: A Cachaça)






Você pensa que governo é mama?
Governo não é mama, não!
Governo é p'ra servir o povo
Não é p’ra lhe meter a mão.
(bis)


Anda-me a faltar tudo na vida,
Saúde, trabalho e pão
Anda-me a faltar Justiça
P’ra pôr má gente na prisão
Anda-me a faltar dinheiro
E isso é uma consumição
E anda a faltar gente séria
No governo da Nação!


Você pensa que governo é mama?

Governo não é mama, não!
Governo é p'ra servir o povo
Não é p’ra lhe meter a mão.
(bis)


Anda por aí muito malandro,
Só a fugir de trabalhar.
E tem também muito marmanjo
Que só pensa em nos roubar
Há pr' aí uns governantes
Só a pensar no cifrão
E anda a faltar gente séria
No governo da Nação!


Você pensa que governo é mama?
Governo não é mama, não!
Governo é p'ra servir o povo
Não é p’ra lhe meter a mão.
(bis)


O Parlamento anda a meter água
No combate à corrupção,
Perdem-se em debates tontos
Só p'ra ver quem tem razão.
Andam a comer o povo
E nem emendam a mão.
E anda a faltar gente séria
No governo da Nação!


Você pensa que governo é mama?
Governo não é mama, não!
Governo é p'ra servir o povo
Não é p’ra lhe meter a mão.
(bis)


Andam à paulada os partidos
A ver quem fica no poleiro.
São só urros e rugidos
De quem só lh'int'ressa o dinheiro
Estes berram, outros gritam,
Numa grande confusão.
E anda a faltar gente séria
No governo da Nação.


Você pensa que governo é mama?
Governo não é mama, não!
Governo é p'ra servir o povo
Não é p’ra lhe meter a mão.
(bis)


De Belém vem o silêncio
Com evasivas à mistura.
De quem não só não tem mão mole
Nem sabe ter a dita dura.
Todo o mundo anda perdido
Sem ter rumo ou direcção.
E anda a faltar gente séria
No governo da Nação.


Você pensa que governo é mama?
Governo não é mama, não!
Governo é p'ra servir o povo
Não é p’ra lhe meter a mão.
(bis)
(Zé Pitosga)

"Hay personas que transforman el sol en una simple
mancha amarilla, pero hay también quienes hacen
de una simple mancha amarilla el propio sol".

(Pablo Neruda)















sábado, 9 de fevereiro de 2013

Em bicos de pés...



... já que não pode ser por mérito!


Miguel Relvas felicita Telma Monteiro e elogia "qualidades invulgares" da judoca

O ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, elogiou hoje as "qualidades técnicas e psicológicas invulgares" de Telma Monteiro, ao felicitar a judoca pela medalha de ouro alcançada no Open de Sófia. 

Ler mais: http://www.ionline.pt/desporto/miguel-relvas-felicita-telma-monteiro-elogia-qualidades-invulgares-da-judoca

Pois, o «Dr.» Relvas, à falta de melhor, vai aproveitando todas as ocasiões favoráveis para se dar ares de boa pessoa e participar em actos que lhe possam valer alguns créditos na Opinião Pública.

Já foi assim na entrega dos «Dragões de Ouro» do FCP onde, se tivesse um pingo de vergonha, nem sequer lá punha os pés...

Porque a «jogada» podia ter corrido mal e ele podia ter recebido uma assuada como aquela com que o mimosearam «naquela» abertura dos jogos da CPLP em Mafra. Lembram-se?...

Que tristeza este pobre Portugal estar a ser governado por pessoas que deviam ter a decência de fazer um acto de contrição e reduzir-se à sua insignificância.

Mas não, este tipo de pessoas valoriza mais a sua vaidadezinha pessoal, o seu egozinho saloio, a busca de um protagonismo tão despropositado como imerecido.

Digam o que disserem, fomos nós que os colocámos lá, não fomos? Esses políticos de vão de escada que nos venderam gato por lebre, não fomos? Agora eles estão à rédea solta para fazer os desvarios que quiserem, para não tomarem as medidas que se impõem e seremos nós, os palermas do costume que iremos pagar a factura.

Será que não há meio de aprendermos? Afinal há quase 40 anos que andamos nisto!

E, para terminar, uma nota de humor (afinal estamos no Carnaval)


Um contribuinte, teve a sua declaração de IRS rejeitada pelas Finanças porque, aparentemente, respondeu a uma das questões incorrectamente.
Em resposta à pergunta "Quantos dependentes tem?" o homem escreveu:"50.000 imigrantes ilegais, 10.000 drogados, milhares de funcionários públicos, 200.000 subsidio-dependentes, 100 generais e almirantes, 13.000  criminosos nas nossas prisões, além de uma cambada de políticos em Lisboa e nos municípios espalhados pelo país.
As Finanças afirmaram que o preenchimento que ele fez era inaceitável.
Resposta do homem às Finanças:
- De quem foi que eu me esqueci?

Pensem nisso! Até amanhã!