domingo, 14 de outubro de 2012

Toca a fumar... para ajudar o Gaspar...!

 

Haxixe já..!

com IVA a 50%

 

Confesso que «roubei» esta ideia de um artigo da jornalista e escritora Isabel Stilwell (que muito aprecio) e que li no jornal Destak de 8 de Outubro passado. Mas a ideia pareceu-me tão deliciosa que não resisti à tentação de a explorar.

(A propósito Isabel, para quando o seu próximo romance? Estou ansioso!)

A Polícia Judiciária (PJ) disse hoje que as cerca de três toneladas de haxixe apreendidas na zona de Odemira, na Costa Alentejana, durante uma operação que levou à captura de nove suspeitos, rondarão, a preço de mercado, nove milhões de euros. 
(in jornal SOL de 30.Julho.2012; http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=55702)
No artigo acima referido a autora comenta, ironicamente, a proposito de os cigarros se estarem a vender menos:
...Não era decididamente o momento de deixar o vício, e quem o fez revelou um desprezo ignóbil pelo seu papel no pagamento da dívida nacional...
Mas afinal porque se andou a gastar tanto dinheiro em anti-tabagismo? Pelos vistos agora ser fumador é que é bom, mau grado os milhões que custa ao Estado o tratamento dos infelizes que se deixaram viciar e que agora estrebucham nas garras do cancro.

Então em que ficamos? O que é mais importante, senhor Ministro das Finanças? A saúde dos Portugueses ou o dinheiro recolhido à custa dessa mesma saúde?

Se a saúde, para si, é menos importante que encher os cofres do Estado, aqui vai uma sugestão digna da sua atenção:

Atendendo a que, pela notícia do SOL, o preço de mercado de haxixe rondará os 3€ por grama e que esta droga dita «leve» é altamente popular entre a juventude por mais esforços que se façam para a reprimir, imagine-se a ajuda que adviria para as Finanças Públicas se esse mercado fosse taxado a 50% de IVA.

Só nesta remessa eram 4,5 MILHÕES DE EUROS.

Mas esta apreensão é apenas uma amostra do que entra clandestinamente em Portugal. Pescados na net casos de apreensão em 2012 (apenas de haxixe), temos:


Pelos valores por grama acima referidos, teríamos, de IVA quase:

QUARENTA MILHÕES DE EUROS 

Que rica ajuda, não era, Dr. Gaspar?... Mas isto é apenas uma amostra. Não imagino o valor global do contrabando mas certamente seria bem superior. E as receitas para o Fisco, então, seriam uma mina!

E se fosse produzido em Portugal?

(Foto DN: Plantação descoberta em Viseu)

Criaria postos de trabalho, desenvolveria a Agricultura, não haveria exportação de divisas e ajudaria também a equilibrar a balança de pagamentos... E incrementava o Turismo já que haveria um acréscimo de turistas jovens atraídos pela fartura...

Era a nossa independência financeira!

Ideias loucas e radicais? Não digo que não. Mas talvez fossem melhores do que a TSU e quejandas. Pelo menos não se iria tirar o pão da boca de quem nos moi o trigo... nomeadamente para pagar os luxos dos Senhores Deputados... de que falámos ontem...

Mas, já agora, Senhor Dr. Vítor Gaspar, para dar o exemplo, sugerimos que comece a promover esses «salutares consumos» pelos membros da sua família. O País agradece...

Por favor, Senhores Ministros, sejam criativos!

Pensem nisso. Até amanhã!




P.S. E que tal... com um bom Queijo da Serra ou de Azeitão? Até alegra a alma...!






sábado, 13 de outubro de 2012

Deputados: tachos e gamelas...

Para quê tantos?

Anda já algum tempo a circular uma petição para reduzir o número de deputados na Assembleia da República do máximo constitucional de 230 para o mínimo de 180. Na realidade, na opinião de muita gente, mesmo esse número é excessivo e só os partidos menos significativos podem ter grande interesse nisso para terem assento parlamentar. Os outros, só para terem uns tantos tachos e gamelas para sustentarem as suas clientelas.

O que tanta gente anda por lá a fazer, com custos em vencimentos, subsídios, viagens, ajudas de custo, pessoal de apoio, etc, etc, não justifica a sua permanência no hemiciclo. Sobre os honorários que o País paga a esta «elite», o melhor é consultar neste blogue a mensagem de 09.Set.2012


É só fazer contas...

Mas, para além disso, para nossa elucidação, nada se perde em ver o vídeo abaixo sobre algumas mordomias adicionais... pagas com o nosso dinheiro.

No meio disto tudo, surpreende a reviravolta do Partido Socialista que, em tempos, tanto se opôs a essa redução e que agora a vem defender. Porquê? Não é difícil de adivinhar, é uma medida popular que vai colher as simpatias da população.

Resta saber se será uma promessa para cumprir ou, como muitas no passado, será para esquecer em nome dos «superiores» interesses dos partidos e dos inúmeros boys que pululam nas suas fileiras.

Sim, porque os interesses da Nação nada valem quando confrontados  com a avidez e a ganância de todas as inúteis sanguessugas que se cevam no sangue, suor e lágrimas em que estão ensopados os nossos impostos.

Mas isto não acaba aqui. Porque depois de reformados depois de poucos mandatos ainda estão a receber à nossa custa.

  • AR. Associação dos ex-deputados recebeu 212 mil euros em 5 anos
  • Grupo Desportivo tem um subsídio de 15 mil euros por ano. E organiza torneios de golfe na Quinta da Marinha

No caso de algum dos leitores desejar solidarizar-se com aquela petição, o link aí vai:

«A Favor da Redução do Número de Deputados
na Assembleia da República de 230 para 180»


Pessoalmente concordo com esta petição (já a subscrevi) e acho que todos podem concordar. Se assim o entenderem, subscrevam também a petição e divulguem-na pelos vossos contactos.

Vamos acabar com tantos tachos e gamelas?

Pensem nisso. Até amanhã!



P.S. Só para recordar... algo que vale a pena...

(www.quintadelubazim.com)

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(a lista continua a aumentar...)

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sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Engenheiros em greve?

 

 

 


29 de Outubro



Existe mal estar na classe dos Engenheiros e já em 18 de Agosto passado se alertou aqui para as consequências de uma greve geral destes profissionais (E que tal uma greve de Engenheiros?).

Ainda não chegaram notícias mais detalhadas do que se prepara, mas já está definida a data de 29 de Outubro. Para quê, ainda não se sabe. Mas julga-se que não está descartada a hipótese da marcação de uma greve antes do fim do ano.

No entanto seria inteligente que as pessoas, as empresas, as organizações e a própria Ordem começassem a olhar com atenção à sua volta perguntando a si mesmas que motivos poderão estar na base do descontentamento de uma classe de que o País tanto depende.

E QUE NUNCA FEZ GREVE!


Para já, ainda nada veio a público, tudo se passa no maior secretismo. Mas, como se costuma dizer, «O seguro morreu de velho».

Uma verdade a respeito dos Engenheiros é que o grande público, regra geral, os associa apenas a grandes obras ou grandes empresas. O que não é exacto.

Pelo contrário, o papel de um Engenheiro é fundamental em empresas de qualquer dimensão pelo treino intelectual que tiveram durante todo o seu percurso. Isto permite-lhes encontrar soluções mais práticas e económicas que resultam num significativo aproveitamento e rentabilização dos recursos disponíveis nas organizações.

Infelizmente (e sei-o por experiência própria), nas empresas de menor dimensão (talvez por ignorância) só em casos quase desesperados se decidem a recorrer aos serviços de um Engenheiro.

Muitas vezes isto acontece porque temem que, pelo seu saber, um Engenheiro desenvolva de tal modo o processo produtivo ou a organização interna que ela se torne pouco compreensível para uma Gerência pouco familiarizada com as subtilezas da Tecnologia ou da Organização. Apesar dos bons resultados financeiros alcançados. E é muito difícil vencer esse preconceito. 

Embora, estranhamente, as empresas se entreguem cegamente nas mãos de um contabilista... que, quantas vezes, as levam à falência... porque as gerências são incapazes de entender as falcatruas que tantos fazem...

Vão pensando nisso. Até amanhã!


Vai um brinde? À saúde dos Engenheiros... Bem o merecem!

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Palavras leva-as o vento...


Por nosso mal, o Povo Português, fruto da ignorância em que criminosamente o levaram a mergulhar, ainda acredita nas promessas vãs que se fazem em campanhas eleitorais.

E muitos acreditam que os partidos políticos são como clubes de futebol a que uma pessoa se liga emocionalmente para toda a vida. 


Só que os partidos não são clubes de futebol e a adesão de alma e coração a eles não é de modo algum inócua e tem consequências sérias para o País.

As eleições só são um jogo para os «boys», só eles é que ganham ou perdem com os golos (leia-se votos) que nós próprios marcamos.

Daí que, cada vez mais, as pessoas, o eleitorado, se afasta dos partidos, das eleições e, desinteressado, vai deslizando para a abstenção face a um acto que, passo a passo, se vai descredibilizando.

Porque o abismo entre as promessas eleitorais e aquilo que vem a seguir, só pode significar uma de duas coisas:

  • Ou os políticos mentem descaradamente na sofreguidão e na ganância de poder que os move;
  • Ou, pura e simplesmente, não fizeram os trabalhos de casa e estatelam-se ao comprido na primeira dificuldade com que se deparam.

Desgraçadamente não há um único partido político que tenha a hombridade, a coragem, a verticalidade de dizer A VERDADE aos eleitores.

Verdade sem subterfúgios, sem artifícios, sem palavras nem tecnicismos obscuros. Verdade, límpida e cristalina, de modo que todos a entendam, desde o camponês ao erudito, desde o operário ao engenheiro. Verdade pura e simples.

Uma verdade de tal modo linear que as pessoas saibam SEMPRE com o que vão poder contar ao longo do tempo, com os sacrifícios ou benesses que vão ter, que não sejam apanhadas à má-fé por volte-faces que lhes convulsionem a vida que vão construindo com o trabalho e esforço do dia-a-dia.

Uma verdade a que as pessoas adiram conscientemente, sabendo de antemão com que contar, sabendo o comprimento do túnel que vão ter que atravessar, mas sabendo que, do outro lado, está a luz do Sol à sua espera.

Desviar-se deste caminho de rectidão é ser-se, no mínimo, demagogo, espezinhando as necessidades e sentimentos daqueles que nos confiaram os seus destinos.

Francamente, senhor Doutor Passos Coelho, o senhor desiludiu-me!

Até amanhã!



P.S. Para aquecer a alma... 








quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Juro, por minha honra...

...que cumprirei com lealdade as funções que me são confiadas!


Quantas vezes já escutámos estas palavras na tomada de posse de quantos governos passaram por aqui?

Mas, dado o constante insucesso nas tarefas governativas que exerceram (pelo menos do ponto de vista do comum dos cidadãos) há duas perguntas que, cada vez mais, me acodem ao pensamento:

A quem juraram eles lealdade?

Quais as funções que lhes foram confiadas?

A fórmula de juramento é demasiado vaga, não contempla a Constituição da República, não protege o Povo Português, não obriga explicitamente a coisa nenhuma no interesse nacional.

Analisando friamente, tanto podem ter jurado fidelidade aos interesses de Portugal como aos do Sport Lisboa e Benfica, da Troika, do Banco Mundial, do FMI, do Bangladesh ou de quem mais queiram sugerir.

E quanto às funções? Quais são ESPECIFICAMENTE as funções que competem a cada um? Para além dos títulos conferidos? Gerir o pessoal dos ministérios? Cortar fitas em inaugurações? Estudar Geometria Analítica? Ou zelar pelos interesses e bem estar de TODO o Povo Português?

Pelo que se vê e se sente, depois de tantos meses ao leme desta nossa Nau Catrineta ainda não se consegue vislumbrar, nem clara nem obscuramente, a Terra Prometida onde corre leite e mel, como diz a Bíblia!

Afinal, com tanto secretismo e tantas genuflexões a Bruxelas, estamos a caminho de um porto seguro ou estamos em vias de nos reunirmos ao Titanic no fundo do Atlântico?

Gostaríamos de conhecer melhor o futuro que nos espera. Para, se ainda formos a tempo, pedirmos contas ao timoneiro.

Até amanhã!


Já agora, não esquecer...

http://www.quintadelubazim.com 


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terça-feira, 9 de outubro de 2012

PSP + GNR: Efectivos à secretária

Onze mil polícias

nas esquadras: 

  • GNR 5.858

  • PSP 4.469

(Ler mais: Correio da Manhã de 07/Outubro/2012)


Senhor Doutor Miguel Macedo:

Como Ministro da Administração Interna, não acha que estes agentes estariam muito melhor a fazer serviço na rua, protegendo-nos dos meliantes como é sua obrigação?

Dir-me-á V. Exª que não tem verbas para contratar pessoal de escritório que execute o serviço que esses agentes fazem à secretária, não é verdade?

Puro erro. No aparelho de Estado pululam milhares de «mangas de alpaca» com muito pouco ou nada que fazer, familiarizados com os procedimentos burocráticos e que poderiam ser transferidos, das funções inúteis que (não) desempenham (ou em que só atrapalham a vida dos cidadãos que lhes pagam os ordenados), para funções nos postos e esquadras da GNR e PSP de todo o País libertando os agentes para as funções que lhes competem e que constituem a sua única razão de ser.

Como vê, o Estado já tem a gente de que precisa, só precisa de uma operaçãozinha de logística e redistribuição de efectivos. Todos ficaríamos mais seguros com mais uns 20% de agentes nas ruas a zelar pela nossa paz e tranquilidade. 

O senhor Ministro das Finanças também ficaria contente pelo aproveitamento de recursos daí resultante e os próprios também não ficariam infelizes por verem dissipar-se a ameaça de uma desvinculação compulsiva do aparelho do Estado.

Talvez não gostassem de ser recolocados, por exemplo, na Ilha do Corvo, mas os professores já há muito que fazem vida de ciganos de casa às costas. Quem são eles menos que os burocratas do Estado?

A propósito, em Agosto, fiz-lhe também neste espaço umas sugestões sobre fogos florestais.

A Protecção Civil também é de sua responsabilidade, ou estarei enganado?

Acredito que não lhe tenham chegado às mãos por zelo excessivo de uma qualquer secretária que o não quis incomodar com o assunto comezinho de uns milhares de hectares ardidos ou de umas poucas vidas de bombeiros perdidas no meio das chamas. Coisinhas sem importância para quem tem assuntos tão elevados e importantes entre mãos...

Mas, para lhe evitar o incómodo de uma busca, aqui lhe transcrevo os links respectivos:
Espero que lhe sejam úteis.

E por aqui me fico. Por favor vá pensando nestes casos e aceite os meus melhores cumprimentos.

Até amanhã


P.S. E, já agora, uma sugestão: Aprecie este néctar... se o encontrar..



segunda-feira, 8 de outubro de 2012

De vez em quando há boas notícias...

 

Clube da bancarrota:

Portugal desce para o 9º lugar


Depois de um sobressalto com a crise política das últimas semanas, a probabilidade de incumprimento da dívida portuguesa desceu hoje para 32,49% e o país regressou ao 9º lugar. Há dois dias estava na 7ª posição e com 35,79% de risco.

(Ler mais: http://expresso.sapo.pt/clube-da-bancarrota-portugal-desce-para-o-9-lugar=f758246#ixzz28bB4tr00)  

Porque será que esta notícia não deu nos telejornais dos canais generalistas?  

Conforme se pode verificar pela leitura da notícia, o nosso país está quase fora da lista da bancarrota (termina no 10º). O que significa que os nossos sacrifícios estão a dar algum resultado. Embora ainda tenhamos um caminho bem longo pela frente antes de podermos levantar a cabeça.  

Só é lamentável que, como vem sendo hábito (ou deverá ser chamado «vício» ou «incompetência» ou «pusilanimidade»?) o esforço continua a ser sempre dos mesmos.

Os nossos governantes não há meio de aprenderem a ir buscar dinheiro A QUEM TEM MAIS!   E a exigir dinheiro aos prevaricadores, a quem foge ao fisco e às obrigações que, constantemente são impostas à classe média... que está à beira da exaustão.

E, sobretudo, a diminuir a sério o despesismo alucinado dos esbanjamentos do aparelho do Estado, acabando com mordomias, com organismos inúteis, com parasitas que o infestam e que vivem à custa do nosso sangue.

Já muito se falou disto neste blogue basta consultar o arquivo. Como em muitos outros. Mas as vozes dos «burros» (nós) não chegam aos «céus» (vós), são filtradas por inúmeros parasitas para não chegarem aos augustos ouvidos dos políticos... que só ouvem quando lhes convém ou quando explodem nas ruas...

Não vos chegou o 15 de Setembro e o 5 de Outubro?  

Porque os nossos sacrifícios seriam muito melhor recompensados se existisse justiça fiscal, se os tribunais funcionassem como deveriam e se as promessas da Senhora Ministra da Justiça já começassem a ser vistas e a produzir efeitos.  

Será que alguém do Governo ainda acredita que haja Portugueses que tenham fé nas suas promessas?  Desenganem-se. Os vossos privilégios estão por um fio, e o maior sintoma é que Vossas Excelências já não conseguem sair à rua sem um forte dispositivo de segurança...

E tudo isto cria irritação, indignação, revolta! Porque não há equidade, justiça, igualdade no tratamento das pessoas. Porque as pessoas têm sentimentos e necessidades que os políticos espezinham, indiferentes a tudo quanto não seja o seu ego monstruoso, embora admita que possa haver algumas honrosas excepções. Só que andam um tanto escondidas... ou demasiado caladas...

E não são as fogachadas mais ou menos histéricas das extremas esquerdas ou das centrais sindicais que resolvem o que quer que seja. Porque eles também não têm competência para fazer melhor mas apenas para afundar ainda mais o País em gastos cabotinos como o fizeram logo a seguir ao 25 de Abril. As gerações mais recentes não viveram esses tempos conturbados, mas quem os viveu, como eu, sabe muito bem de que se está a falar.

Cada nova greve que se faz é mais uma pazada que se abre para o túmulo da democracia, mais um prego que se espeta no caixão das nossas liberdades e no pouco bem estar que ainda resta a todos nós. E não são os grandes que vão ficar por cá quando a bomba rebentar. Esses vão logo levantar voo como um bando de pássaros assustados... de malas a abarrotar com o NOSSO dinheiro.

Vão pensando nisto senhores políticos. E far-lhes-ia bem familiarizarem-se com a história das revoluções e suas consequências para quem as provoca. Porque embora não acredite que possa repetir-se em Portugal a tregédia da Revolução Francesa, quando a fúria do Povo explodir, Vossas Dignidades vão desejar estar bem longe daqui... se ainda forem a tempo.

Até amanhã!


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